Durante esses anos, tivemos o privilégio de trabalhar com algumas empresas, oferecendo vários serviços e abordagens em saúde, de acordo com necessidades específicas de cada um desses clientes, na qual nos trouxe um grande aprendizado e validação de todo nosso trabalho.

Com esta experiência, a Livon desenvolveu um modelo e coordenação do cuidado única. Embarcou já em 2014 tecnologia, com desenvolvimento próprio, como meio para fazer assistência a saúde, bem como mensurar todos os dados e informações decorrentes dos atendimentos e ações. Sentimos que estamos muito alinhados a nova era da medicina, com foco em cuidado, saúde, bem estar e vitalidade, onde revolucionamos a experiência para os nossos clientes.

Conseguimos identificar grandes dores e demandas ainda não resolvidas tanto na área de benefícios (planos de saúde), quanto na área de saúde ocupacional. Falta de controle de custos, desperdícios, e ausência de coordenação dos cuidados são iminentes.

Entendemos que todos os colaboradores, ao realizarem seu exame periódico, saíam apenas com solicitações de exames de acordo com sua atividade ocupacional, e retornavam para o médico do trabalho, que realiza emissão do ASO (atestado de saúde ocupacional). A partir dessa percepção, identificamos uma grande oportunidade de agregar nesta mesma abordagem, muito mais valor, agregando todo inquérito e questionamentos que sempre utilizamos na atenção primária, como nossos princípios em boas práticas assistências. A sensação de proximidade do time e cuidados e acolhimento que o colaborador recebe, fazem a grande diferença no resultado.

Disponibilizar 24 horas, 7 dias por semana médicos que ficam de plantão em um ambiente digital, e que consiga suprir grande parte das demandas, que até então eram supridas em um pronto socorro, geram uma porta de entrada muito eficaz e solicitada pelos funcionários. Toda informação é inserida e organizada, gerando importantes indicadores para tomada de decisão.

Com toda essa mudança do modelo assistencial integral, além de uma grande melhoria no cuidado como um todo, bem como a ampliação de acessos e portas de entrada, o gerenciamento e redução de custos no curto prazo foi evidente. O impacto financeiro resultante deste modelo foi muito significativo, quando fizemos um cálculo de qual era o custo gerado por colaborador/mês, além do resultado sobre um importante índice, o FAP (fator acidentário de prevenção), que será pauta discussão em nosso próximo artigo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *